1. Pressão do ar
A maioridade dos danos nos pneus são derivados à pressão incorrecta no pneus. Sobretudo a pressão do pneu influencia evidentemente o comportamento na estrada e o comportamento da mota. A pressão dos pneus é predefinida pelos fabricantes de automóveis. Esta está disponível no manual do veiculo e encontra-se ou no baço oscilador ou no protector da corrente. A pressão dos pneus deve ser controlada antes da viagem quando estiverem frios. O rolamento dos pneus causa um aumento notável na pressão dos pneus que NUNCA deve ser reduzido. Verifique a pressão dos pneus pelo menos uma vez por semana. Em caso que queira viajar com assento traseiro ou levar malas pesadas, aumente a pressão de ar no pneu traseiro por 0,2 bar. Uma pressão insuficiente provoca sobreaquecimento e diminui a resistência à fadiga do pneu, o que resulta no rebentamento do pneu. Uma pressão excessiva reduz tanto o comportamento como o conforto e provoca um desgaste do piso irregular. Depois de ter controlado a pressão do pneu, não esqueça de enroscar a carapeta da válvula.
2. Profundidade do piso
Segundo ao código de estrada o pneu deve ser substituído quando o piso do pneu (perfil) atinge uma profundidade inferior a 1,6 mm. O desgaste pode simplesmente ser verificado pelos indicadores de desgaste. Estes indicadores são inseridos na base do pneu e encontram-se nos pontos, em quais o flanco mostra a marcação "TWI". Recomendamos de substituir o pneu quando os sulcos atingirem uma profundidade remanescente de 2 mm.
3. Novos pneus
A montagem de um pneu com câmara de ar requer fundamentalmente a substituição da câmara de ar. Os processos de envelhecimento alargam a câmara de ar. Esta pode formar vincos e ocorre o risco de rebentar se for utilizada novamente. Por motivos de segurança, é recomendável a substituição das válvulas ao montar um pneu sem câmara de ar (TL). As forças centrifugas que resultam de altas acelerações e frenagens fortes podem dobrar a válvula até um ângulo de 90°. Em vista disso, é necessário de utilizar válvulas curtas. Em velocidades acima de 200 km/h actuam as forças centrifugas que sobre a massa do elemento de válvula, Estas forças crescem com que a pré-carga da mola e a pressão interior são insuficientes para a vedação da válvula. Válvulas curtas têm uma pré-carga maior do que válvulas longas.
4. Rodagem dos pneus
Os primeiros quilómetros de cada viagem devem ser conduzidos a uma velocidade moderada até atingirem a temperatura de funcionamento, que garante uma boa aderência. Os pneus novos têm uma superfície lisa. É de toda a conveniência conduzir moderadamente a uma distancia de ca. 200 km. Esta distancia é necessária para que o pneu assente perfeitamente na jante e obtenha sua melhor aderência. Os pneus para motas obtêm sua capacidade a partir duma certa temperatura de serviço. O pré-aquecimento deve ser feito em primeiro lugar.
5. Limpeza
Um espaço suficiente livre garanta que a roda tenha a distancia necessária para o guarda-lamas, forca de suspensão , braço oscilante etc. O diâmetro do pneu aumenta em velocidades progressivas, devido às forças centrifugas (particularmente em pneus diagonais). Observe alterações em relação à base da roda, como p.ex. a corrente desgasta. Mantenha o ajuste dentro dos limites do eixo.
6. Rendimento quilométrico
Um pneu de alta durabilidade reduz os custos de manutenção, aumenta o rendimento de quilometragem. A quilometragem dos pneus para motos, especialmente os pneus traseiros, não deve ser comparada com a quilometragem dos pneus de ligeiros ou pneus pesados. A quilometragem depende bastante da maneira de conduzir e da mota. A motas atingem altas acelerações devidas ao seu próprio peso. Deste modo, a roda traseira pode patinar facilmente, o que resulta no desgaste do pneu. O desagaste pode ser reduzido através do assento traseiro. O peso adicionado aumenta a aderência do pneu e impede que patine. Deste modo prolonga-se o tempo de duração do pneu.
7. Pneus para moto
Os pneus para moto só podem ser montados em jantes de moto. As novas prescrições técnicas para pneumáticos prevêem o símbolo "M/C" no flanco do pneu. Os pneus designados com este símbolo podem somente ser montados em jantes de mota. A largura da jante também é decisiva para o comportamento e a dirigibilidade. A utilização de uma jante com a largura incorrecta provoca a deformação do contorno do pneu e um comportamento desfavorável. O desenvolvimento da técnica de pneus e jantes elaboraram varias construções de jantes, entre as quais surgiram dois tipos de jante. Umas suportam pneus com câmara de ar (TT) e outras sem câmara de ar (TL).
8. Ensaios do pneu
Os vários procedimentos de ensaios submetem os pneus a condições extremas. A finalidade destes ensaios é antecipar danos interiores que possam destruir o pneu quando já for utilizado.
9. Reparações no pneu
Por motivos de regulamentos diferentes em varias nações, não é possível de dar uma recomendação geral. Em caso que o remendo seja permitido, recomendamos o remendo somente de furos pequenos que se situam na banda de rodagem através de um bujão de remendo. È proibido de inserir uma câmara de ar num pneu danificado. Recomendamos em princípio a substituição do pneu furado. Por favor note que a empresa que execute o remendo, responde por a própria obra e e assume a responsabilidade pelo produto .
10. Cortar os pneus
Não é permitido de recortar pneus para moto, porque afecta tanto a segurança como o comportamento do pneu. È geralmente proibido de fazer qualquer recortes em pneus.
11. Armazenamento dos pneus
A temperatura de armazenamento deve ser mantida constantemente abaixo de 25°C. Os pneus devem ficar afastados de qualquer radiadores e canos. O processo de envelhecimento dos pneus é acelerado pelo ozono. Em vista disso, nunca armazene os pneus em proximidade de motores eléctricos ou qualquer fonte de ignição. As descarga eléctrica e as faíscas aumentam a concentração do ozono. Todos os lubrificantes e combustíveis destroem os compostos de borracha do pneu e tornam o pneu inútil. Qualquer sujidade derivada a oleou ou gasolina deve ser retirada com um pano limpo.
12. Montagem dos pneus
Todos os pneus para moto devem ser montados geralmente por um profissional qualificado. Se o pneu indicar no flanco a direcção de rotação através de uma seta, verifique que esta aponte para a direcção correcta.
13. Equilíbrio dos pneus
Corpos elásticos, como os pneus, costumam a ter excentricidades depois da produção. Por isso, é necessário fazer o equilíbrio do pneu novo depois de ser montado. Existem duas maneiras de equilíbrio: o estático e o dinâmico. O equilíbrio estatístico pode ser feito sem girar o pneu. O equilíbrio dinâmico pode somente ser realizado com a roda em rotação e mede o peso desigual num ou nos dois lados da linha central lateral do conjunto (jante/pneu.) O equilíbrio dinâmico é recomendado em jantes com uma largura superior a 2,5 polegadas. Para evitar o perigo de vazamento de ar, é necessário de usar somente os pesos recomendados pelo fabricante da moto, como pesos de raio de rodas, fio de chumbo ou pesos auto-adesivos ao aro.
Não é recomendável usar balanceadores líquidos ou balanceamento líquido. As rodas devem ser sempre alinhadas quando a roda traseira for retirada ou se ajustar a corrente. Um pneu não alinhado provoca um maior desgaste, reduz a durabilidade e provoca instabilidade na direcção.
14. Desenho e sulcos
As ranhuras possibilitam a dispersão de agua em piso molhado. Uma profundidade inferior do piso indica um desgaste avançado.
15. Compostos de borracha
A qualidade dos compostos de borracha têm uma grande influência na durabilidade e na aderência do pneu. Uma composição macia incrementa a tracção e a aderência. Uma composição mais dura aumenta a durabilidade. A composição de borracha reforçada com sílica convence em piso molhado
16. Contorno dos pneus
O contorno influencia directamente a dirigibilidade da moto. O contorno mais atirado aumenta a precisão e a capacidade de curvas. O contorno redondo é apropriado para motos de touring e oferece maior estabilidade e melhor manuseação.
17. Piso do pneu
O piso constitui o contacto entre o solo e a motorizada. Os compostos de borracha costumam ser diferentes entre a lateral e o piso com que possam cumprir as suas funções. A deformação leve de certa forma o conforto.
18. Carcaça
A carcaça suporta o peso da moto, da estabilidade e influencia o conforto. A carcaça pode deformar-se até um certo ponto. A carcaças de pneus radiais costumam ser mais macias do que as carcaças de pneus diagonais. O desenho da carcaça radial permite um melhor amortecimento.
19. Kickback
O Kickback é provocado por falha no projecto na geometria da coluna de direcção. Quando a moto passa por algum obstáculo no asfalto, a roda dianteira entra em pêndulo, chega a quebrar o limitador do guião e provoca o travamento do disco dianteiro.
20. Índice de capacidade de carga
O índice de capacidade de carga é um código numérico associado à carga máxima que o pneu pode suportar a uma velocidade indicada no símbolo de velocidade. O código é o índice da capacidade de carga de pneus reforçados. Segundo as normas alemãs e europeias, este índice não tem importância para pneus de motocicletas.
Somente as normas japonesas requerem a designação deste índice. Em geral é valido o seguinte:
4PR= versão normal
6PR= versão reforçada
Pneus reforçados
Os pneus reforçados industriais e para motocicletas de motocicleta que não tenham índice de PR são designados com "Reinforced" ou reinf. p.ex.
3.00 - 16 48 P reinforced,
170/80 B 15 M/C H TL reinf.
Índice de capacidade
de carga Kg libra
20 80 176
21 82,5 182
22 85 187
23 87,5 193
24 90 198
25 92,5 207
26 95 209
27 97 214
28 100 220
29 103 227
30 106 234
31 109 240
32 112 247
33 115 254
34 118 260
35 121 267
36 125 276
37 128 282
38 132 291
39 136 300
40 140 309
41 145 320
42 150 331
43 155 342
44 160 353
45 165 364
46 170 375
47 175 386
48 180 397
49 185 408
50 190 414
51 195 430
52 200 441
53 206 454
54 212 467
55 218 481
56 224 494
57 230 507
58 236 520
59 243 536
60 250 551
61 257 567
62 265 584
63 272 600
64 280 617
65 290 639
66 300 661
67 307 677
68 315 694
69 325 716
70 335 739
71 345 761
72 355 783
73 365 805
74 375 827
75 387 853
76 400 882
77 412 908
78 425 937
79 437 963
80 450 992
81 462 1019
82 475 1047
83 487 1074
84 500 1102
85 515 1135
86 530 1168
87 545 1202
21. Indice de velocidade
A designação as categoria de velocidade é feita através de um símbolo de velocidade no flanco do pneu. Este símbolo costuma ser um código que consiste de uma só letra.
Categorias de velocidades (km/ h)
Símbolos de velocidade (código-letra)
Código-velocidade Km/h
B 50
C 60
D 65
E 70
F 80
G 90
J 100
K 110
L 120
M 130
N 140
P 150
Q 160
R 170
S 180
T 190
U 200
H 210
V/VB até 240
(V) (VB) acima 240
W até 270
(W) acima 270
ZR acima 240
22. NHS
NHS é uma abreviação para "Not for Highway Service". Os pneus que mostram este índice são apropriados para competições. Pneus que foram produzidos depois de 1.1.1993 não são permitidos serem utilizados em vias publicas
23. M&S em pneus de moto
A marcação M&S encontra-se em pneus para Enduro. Em caso que condute com pneus todo terreno ou de competição em vias publicas, é recomendável de aproveitar a velocidade máxima somente durante períodos curtos. Doutro modo ocorre um desgasto desigual dos blocos. A marcação "M&$ "é por vezes confundida com "M+S" (mud and snow = neve e lama).
24. Válvula, carapeta da válvula. elemento de válvula
Como as válvulas de borracha estão submetidas ao envelhecimento ,existe a seguinte regra: "novos pneus- novas válvulas!" È recomendável de utilizar somente válvulas curtas. Em velocidades altas as forças centrifugas que actuam sobre a massa do elemento da válvula, crescem com que a pré-carga da mola e a pressão interior são insuficientes para a vedação da válvula. Válvulas curtas têm uma pré-carga maior do que válvulas longas. Em velocidades altas acontece o mesmo quando se carrega com o dedo no elemento interior das válvula - o ar vasa. A carapeta é a única possibilidade de evitar o esvaziamento do pneu. Este fenómeno só sucede em altas velocidades. Mas uma válvula mal fabricada pode deixar esvaziar o pneu a velocidades abaixo de 200 km/h. Perante disto, as carapetas devem ser bem apertadas. È recomendável de utilizar carapetas de metal com uma junta de borracha.
25. Talão
O talão é a parte do pneu que está em contacto com a jante. O talão é normalmente um aro de aço de várias camadas que estabilizam o talão. Para garantir a vedação do pneu é indispensável que o talão esteja perfeitamente assento na jante
26. Designação dos pneus para moto segundo regime europeu ECE R 75
A União Europeia também traz efeitos para a designação de pneus para motorizadas.
Foi decidido uma norma que contém alterações para a designação das medidas de pneus.
Ao contrário do comércio e dos laboratórios de ensaios, os motociclistas terão de adaptar-se a uma situação completamente nova.
As designações semelhantes para pneus até à categoria de velocidade H já são familiares. Esta alteração dirige-se principalmente aos pneus designados como V, VB, VR e ZR. A diferença entra a designação anterior e a designação nova consiste, tanto na introdução da descrição de serviço (índice de capacidade de carga e código de velocidade), como na introdução do novo código de velocidade W (= 270 km/h) em caso dos pneus designados como ZR. O Código de velocidade V, antes indicando a velocidade acima de 210 km/h, foi alterado em sua definição, indicando agora V= 240 km/h.
Em caso que um pneu com código de velocidade V corresponda à velocidade de 240 km/h, o código de velocidade será removido do interior das medidas do pneu e exposto na descrição de serviço seguinte ás medidas do pneu (p.ex. 69 V).
Pneus com código de velocidade ZR que correspondam a velocidade de 270 km/h, não terão alterações na designação do pneu. Neste caso a descrição de serviço será exposta p.ex. como 69 W.
No caso em que um pneu tenha um dos códigos de velocidade V/VB/VR com uma velocidade máxima permitida acima de 240 km/h ou respectivamente um pneu indicado com ZR acima de 270 km/h, a designação do pneu permanece, e será somente acrescentado a descrição de serviço (índice de capacidade de carga e código de velocidade). Esta aparece entre aspas para indicar que a velocidade máxima permitida situa-se acima de V = 240 km/h e W = 270 km/h p. ex. (69 V), (69 W).
27. M/C
A marcação indica que se trata de um pneu para motas, que só pode ser exclusivamente montada em uma jantes para motas M/C = Motorcycle
28. Pneus assimétricos
Os pneus modernos são hoje em dia pneus assimétricos. A altura dos flancos fica mais baixa em comparação à largura do pneu. Estes pneus têm uma maior aderência e estabilidade. Por exemplo um pneu das medidas tem 120 mm de largura e 84 mm de altura ( porcento de 120 mm)
29. Sílica
Sílica é um componente dos compostos de borracha. Pneus com sílica desempenham uma adesão excepcional tanto em solo seco ou molhado mantendo sua durabilidade.
30. Fadiga do pneu
A compressão continua disforma o pneu. As espessuras de tecido são amaciadas pelo waloe o que resulta na produção de calor. O pneu desgasta mais rápido e envelhece.
31. Pneus TT /TL
Pneus com câmara de ar (TT)
Delticom recomenda de usar geralmente novas câmaras de ar quando for mudar o pneu. As câmaras de ar são esticadas durante a condução e são submetidas ao aquecimento e envelhecem. Se as câmaras forem utilizadas novamente, estão sujeitas a formar vincos perigosos no interior do pneu. A utilização de câmaras de ar não é recomendável por longas distancias e menos ainda para velocidades altas.
Pneus sem câmara de ar (TL)
Os pneus sem câmara de ar podem levar uma câmara de ar se forem assentados em uma jante apropriada.
32. Pneus reforçados
Os pneus de carcaça reforçada e uma maior capacidade de de carga podem ser identificados pela marcação reinf.
33. Ponto de equilibragem colorido no flanco do pneu
Os pneus costumam ser calibrados depois da produção e são marcados com um ponto colorido (vermelho em Metzler e Pirelli /amarelo em Bridgestone). Quando o pneu for montado na jante, é necessário que o ponto se encontre perto da válvula.
34. TWI (Tread Wear Indicator)
Tread Wear Indicator São indicadores no interior da carcaça que indicam os desgasto do pneu .Estes indicadores são inseridos na base do pneu e encontram-se nos pontos, em quais o flanco mostra a marcação "TWI". O desgaste do pneu é indicado a partir de uma profundidade de 0,8 mm do sulco. Os indicadores "TWI" são inválidos na Alemanha, por que é requerido no mínimo 2 mm de profundidade dos sulcos.
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